A compra da Fox pela Disney, ameaça o futuro de “Os Simpsons”

No ar desde 1989, a série de animação Os Simpsons pode estar com o futuro ameaçado por conta da compra da Fox pela Disney. Isso porque agora os estúdios Disney passarão a controlar algumas das produções de maior renome da Fox, incluindo esta que vem enfrentando problemas recentemente relacionados à queda de audiência e avaliações negativas da crítica.

O contrato para a produção da série acaba ao final de sua 30ª temporada, programada para o ano de 2020, e, no momento, ainda não se sabe se o documento será renovado, ainda que Os Simpsons seja uma série premiada e aclamada pelo público, sendo o primeiro grande sucesso da Fox.

Talvez isso realmente aconteça pelo fato de que a Disney não encarará a série com o mesmo apelo emocional da Fox, que cresceu junto à produção ao longo de três décadas, ainda que um cancelamento possa repercutir negativamente no mercado. Mas, não se pode descartar essa possibilidade e, para isso, basta lembrar um pouquinho do passado recente.

Em 2006, quando a Disney adquiriu a Pixar, a companhia adotou uma nova estratégia de negócios, sendo que o direcionamento de suas produções mudou bastante, agradando a um novo público, mas deixando toda uma outra parcela de fãs decepcionados. Sendo assim, uma vez que Os Simpsons não é mais tão inovadora quanto antigamente, ainda que mantenha a popularidade, pode-se imaginar que a Disney passe a investir mais na marca “Simpsons” do que em novos episódios propriamente ditos.

Isso pode significar incluir os membros da família Simpsons e seus colegas em parques temáticos da Disney, por exemplo, como aconteceu com o filme Avatar. Robert Iger, diretor da The Walt Disney Company, declarou que “há uma grande quantidade de propriedade intelectual da Fox que se encaixa muito bem nos serviços diretos para consumidores da marca Disney”, reforçando essa ideia.

Ainda, a Disney é proprietária de 60% do serviço de streaming Hulu. E Iger chegou a declarar que que “há muitos produtos que acreditamos que serão de grande utilidade para o crescimento do Hulu, mais orientado para adultos”. Como Os Simpsons é uma produção voltada justamente para o público maior de idade, isso pode ser outro indício de que a série possa constar exclusivamente nessa plataforma em um futuro próximo.

Com tudo isso em mente, faz sentido que a Disney decida dispensar a equipe repleta de animadores, escritores e produtores que fazem Os Simpsons continuar existindo, dando fim ao andamento de novos episódios, e partindo para o uso da marca “Simpsons” outras maneiras, que podem se mostrar mais rentáveis à companhia do que a exibição de novos episódios.

Fonte: Polygon

Os 10 melhores momentos matemáticos de ‘Os Simpsons’

Há 25 anos, teria sido difícil prever a que iriam se dedicar J. Stewart Burns, Al Jean e Ken Keeler, todos matemáticos formados pela Universidade de Harvard (EUA), e David X. Cohen e Jeff Westbrook, ambos físicos pela mesma universidade. Os cinco são roteiristas deOs Simpsons, uma sátira do modo de vida norte-americano nascida em 1989 que se tornou uma das séries de televisão mais bem-sucedidas da história. “A quantidade de questões matemáticas que aparecem nos Simpsons tende ao infinito”, assinala Marta Martín, da Faculdade de Matemática da Universidade de Oviedo. Ela e outros colegas, como Abel Martín, professor de Matemática em um instituto de Oviedo, fazem seminários sobre Os Simpsons para crianças e adolescentes de centros de ensino nas Astúrias. “Eles saem encantados”, resume Marta Martín, que colabora com a Real Sociedade Matemática Espanhola na divulgação dessa ciência. Estes são alguns dos momentos matemáticos protagonizados pelos personagens amarelos. Continue lendo “Os 10 melhores momentos matemáticos de ‘Os Simpsons’”

‘Simpsons’ encontra os personagens de ‘Futurama’ em episódio exibido no Brasil

Hora de matar um pouquinho da saudade do humano Fry, a ciclope Leela e o robô insano Bender. O episódio de crossover (como é chamado o encontro de personagens de duas séries distintas) de Simpsons e Futurama, que vai ao ar nesta segunda-feira, 4.

O episódio, chamado inteligentemente de Simpsorama, será exibido no canal por assinatura Fox pela primeira vez no Brasil, a partir das 20h, seguido por uma maratona com grandes episódios das duas séries criadas por Matt Groening.

simpsons-futurama

Convenhamos, o episódio não é nenhuma novidade para qualquer um ligado em alguma das séries. Desde o ano passado, o encontro era alardeado. Muito disso pelo reencontro com os personagens acima citados, cuja série própria chegou ao fim em setembro de 2013.

Simpsorama tem um quê de O Exterminador do Futuro, com um personagem do futuro enviado ao passado para tentar evitar uma catástrofe de nível mundial. Neste caso, é o robô Bender que voltou ao nosso presente para eliminar ninguém menos do que Bart, o filho endiabrado de Homer e Marge.

É bom lembrar que esse não é o primeiro crossover que se passa com a família amarela de Groening. A família Simpson também já encontrou os personagens de Family Guy, criada por Seth Macfarlane.

Futurama é considerado um tiro fora do alvo do criador Matt Groening, mas não é necessário ser tão drástico assim. A série é, aliás, uma injustiçada por um humor menos claro e paspalhão. A sacada de Groening e equipe foi viajar por uma ficção científica e encontrar piadas com um futuro que nenhum de nós gostaria de ter.

Durou 7 temporadas, mas porque saiu na época errada e foi vendida como uma “Simpsons no futuro”. O que não poderia ser mais equivocado. De 1999 para cá, a própria forma de fazer humor mudou. Se lançada hoje, Futurama teria uma chance. Por mais irônico que isso possa parecer.

https://www.youtube.com/watch?v=9xlyFeEFPHE

Fonte: Estadao

 

Os Simpsons presta homenagem a Sam Simon, cocriador da série

Na semana passada, Sam Simon, cocriador da famosa série Os Simpsons, morreu aos 59 anosdevido a um câncer colorretal, com o qual lutava desde 2012. No episódio que foi ao ar no último domingo (15) nos EUA, o seriado prestou uma homenagem a Simon.

O final do episódio mostrou um vídeo do cocriador contando sua alegria em criar. “Eu vejo como uma espécie de triunfo fazer seu trabalho daquele lugar muito puro de apenas fazer coisas que você pessoalmente gosta”, diz Simon no vídeo.

Depois, a tela exibiu a mensagem: “Uma das maiores mentes dos quadrinhos de todos os tempos. Obrigado, Sam”.

Simon saiu da série em 1993, mas ainda aparecia creditado como produtor executivo. Ele dedicou grande parte de seus esforços à filantropia, incluindo trabalhos com a PETA e Save the Children. Ele possuía, inclusive, sua própria ONG, a Sam Simon Foundation, que distribui alimentos veganos para animais e pessoas com necessidades.

Assista ao vídeo abaixo:

‘Simpsonsgate’, o problema dos Emoji amarelos

Ser a maior empresa do mundo significa ser mais sensível a polêmicas, e isso a gente já conhece bem. A cada lançamento de um novo iPhone surge alguma discussão na internet que tenta passar a ideia de que a Apple errou e que seus dias estão contados (quem lembra do bendgate? Cadê os iPhones que entortavam?). Isso, claro, rende muitos cliques para os sites de notícias.

A discussão da vez agora é sobre a cor meio “Simpsons” dos novos Emoji raciais que apareceram no beta do iOS 8.3. Alguns asiáticos estão acusando a Apple de “racista”.

A Apple liberou esta semana um beta que traz, além da tão esperada Siri em português, uma variedade de novos desenhos para os Emoji. A principal novidade é que a empresa adotou no sistema sua política de igualdade racial, disponibilizando rostos com 6 tonalidades diferentes, para representar diversas etnias. Assim, o usuário tem a opção de usar um desenho com a cor mais próxima a da sua pele, não se sentindo excluído desta maneira.

O problema é que o amarelo acabou ficando forte demais, o que provocou protesto de alguns usuários asiáticos, que não se sentiram representados por aquela cor. Muitos até afirmaram que isto era um ato de racismo contra os habitantes do leste.

Mas a única coisa que a Apple fez foi seguir o padrão pré-estabelecido pelo Unicode Consortium, que é quem determinou como deveriam ser as cores dos Emoji para representações de diversidades raciais.

Cores Emoji

Ou seja, foi um padrão não estabelecido pela Apple, mas é ela quem está sendo acusada agora de racismo.

A Apple já declarou que concorda que as cores são exageradas e que está trabalhando junto com o Consortium para amenizar este padrão. Enquanto isso não acontece, é possível que vejamos uma onda de mais uma polêmica em diversos sites, apontando o fato como um problema grave. Afinal, justa ou não, este tipo de polêmica rende muitas visitas.